O lixo que se acumula em alguns trechos do Distrito Industrial (DI) Paulo Coelho incomoda moradores das imediações. O amontoamento de lixo doméstico e entulhos na área motivou o leitor Henrique Alencar a sugerir ao Gazzeta uma matéria sobre o problema.
Um dos principais responsáveis pela geração de empregos na década de 80 em Petrolina, o Distrito Industrial está longe de atender as expectativas. São poucas indústrias na área, que se misturam a empresas de distribuição. Até mesmo um loteamento habitacional foi erguido nas imediações, o Parque Massangano. Moradores do local reclamam com frequência da falta de limpeza e iluminação na área.
Morando nas proximidades da área, Alencar critica “o lixão a céu aberto”. O mato cresce no Distrito Industrial e se mistura ao lixo que algumas pessoas depositam no local. “O Distrito é um local de grandes empresas, imagine se não fosse. Daqui a pouco vamos perder ainda mais empresas”, lamenta o leitor.
O coordenador do Distrito, Paulo Afonso de Souza, tem consciência do problema e informa que tem buscado encontrar soluções para evitar o despejo de lixo na área. “Petrolina é uma cidade grande que tem se desenvolvido, recebido visitas de empresários com interesse de investir no Distrito. Temos encontrado algumas dificuldades de dar o tratamento certo que o Distrito merece na parte de limpeza. Como o Estado paga IPTU dessa área, não é uma área isolada, é transitada pelos petrolinenses. Chamamos o secretário de Infraestrutura, Ricardo Rocha, e fizemos um acordo para que o município participasse da limpeza do Distrito”, informou.
[T] Fabiano Barros [F] Gabriel Oliveira
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