Mônica Metzgerlang

A importância do mineral magnésio para o organismo

 

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Em minha pratica clinica é comum detectar a deficiência de MAGNESIO nos pacientes. Elemento essencial no organismo,  proporciona mais de 350 reações enzimáticas; a sua ausência leva ao colapso do organismo. Esta deficiência, em parte, se deve ao aumento dos alimentos processados, particularmente dos carboidratos. A deficiência também pode ser causada por outros fatores, como o excesso de álcool, cafeína, o consumo de açúcar, bem como pelo processo de envelhecimento inevitável.

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Pouco consumida devido estar presente nos alimentos que não fazem parte da alimentação do Brasileiro. Podemos encontrar este mineral nos cereais integrais, vegetais de folhas verdes escuras, como a couve, a rúcula, a escarola, o espinafre, o agrião, nos grãos de feijão, como lentilha, grão-de-bico, sementes como gergelim, linhaça, quinua.

Se você bebe muito álcool, consome muito açúcar e pratica muito exercícios físicos, é interessante aumentar o consumo de magnésio. Se você possui diabetes tipo 2 , o magnésio pode ajudar no metabolismo do açúcar e em abaixar a sua pressão.

O magnésio é necessário para a absorção de cálcio, fósforo, potássio e sódio, além de ser necessário para o metabolismo de vitamina C. Ele é importante na conversão do açúcar do sangue em energia, tem propriedades que ajudam a aliviar o estresse e dor de cabeça, e é importante no funcionamento de músculos e nervos.

A deficiência de magnésio pode causar uma série de complicações com sintomas, como cãibra, fadiga, síndrome pré-menstrual, irritabilidade, insônia, perda de memória, entre outros.

Menopausa: Vários estudos têm demonstrado que a maioria da mulheres, nesta fase ou já na menopausa, apresenta grande carência de Magnésio. Pode causar até mesmo a Menopausa Precoce.

Gestante inchada: Acha normal ver gestante inchada? Na maioria dos casos uma suplementação de Magnésio melhora este sinal.

Cãibra: Está relacionada à carência de nutrientes no organismo, principalmente o magnésio.

Osteoporose: Sem magnésio o cálcio não consegue formar ossos fortes!  E a deficiência de magnésio pode ser mais comum na mulher com osteoporose do que a deficiência de cálcio. O magnésio possui múltiplas funções no metabolismo ósseo, auxiliando principalmente na densidade do osso e na absorção do cálcio. É o mineral que converte a vitamina D de sua forma inativa para ativa que aumenta a absorção do cálcio, também estimula a produção da calcitonina um dos hormônios que preserva a estrutura óssea e captura o cálcio excedente da circulação sanguínea ou dos tecidos moles e os fixa nos ossos. E também controla a ação de outro hormônio, o paratormônio, reduzindo assim a reabsorção óssea.

Diabetes: Magnésio desempenha papel importante no controle da glicemia.

Hipertensão: Magnésio é capaz de reduzir a pressão arterial em pessoas Hipertensas e de prevenir o aparecimento entre aqueles que ainda não o são.

Ganho de Massa Muscular: Ajuda na síntese de proteínas (nenhuma proteína é formada em nosso corpo, a partir dos aminoácidos, sem a presença adequada de magnésio.

 

Receitas de Natal: torta-mousse de pão de mel e damasco

 

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A sobremesa não pode faltar na Ceia de Natal. Mas podemos fazer boas escolhas, evitando assim os excessos.

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Para a mousse

1 lata de Creme de Leite

1/2 colher (chá) de cravo em pó

2 colheres (sopa) de mel

1 tablete de chocolate meio amargo picado (150 g)

1 colher (chá) de gelatina em pó sem sabor (3g)

3 claras

1/2 xícara (chá) de açúcar demerara ou de coco

 

Para o recheio

2 xícaras (chá) de damasco picados

2 colheres (sopa) de açúcar demerara ou de coco

 

Modo de preparo

Prepare a mousse

Em um recipiente refratário, aqueça, em banho-maria, o Creme de Leite, o cravo e o mel. Junte o Chocolate (reservando 1 colher (sopa) de raspas) e mexa até derreter completamente, formando um Creme de Chocolate. Reserve.

Em um recipiente refratário, junte à gelatina 5 colheres (sopa) de água fria e leve ao fogo, em banho-maria, para dissolver e misture ao creme de chocolate reservado. Misture bem e reserve novamente.

Em uma panela, misture as claras com o açúcar e leve ao fogo baixo, mexendo vigorosamente sem parar, por cerca de 3 minutos, tirando a panela do fogo por alguns instantes a cada minuto, continuando a mexer, para não cozinhar. Transfira para uma batedeira e bata por cerca de 5 minutos ou até dobrar de volume. Misture levemente ao creme de chocolate reservado.

Prepare o recheio

Em uma panela pequena, junte os damascos e 1/2 xícara (chá) de água. Coloque o açúcar e leve ao fogo baixo, por cerca de por 5 minutos. Desligue o fogo, espere amornar e coloque em um liquidificador. Bata bem e reserve.

Montagem

Em uma forma de aro removível (20 cm de diâmetro) coloque metade da mousse, reservando a outra metade e leve à geladeira por 20 minutos. Retire da geladeira e coloque o recheio sobre a mousse já firme e cubra com a mousse reservada. Leve à geladeira por 4 horas. Decore com as raspas de Chocolate e sirva.

Rendimento: 12 porções

Tempo de Preparo: 15 minutos

Tempo Total de Preparo: 180 minutos

Fonte: (Iara Venanzi/Cozinha Nestlé/Divulgação)

Receitas de Natal

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Natal chegando e é bom começar a selecionar as receitas para a ceia. Quem está de dieta já começa a ficar preocupado, mas podemos ter um belo jantar saboroso e nutritivo escolhendo as receitas certas.

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BROWNIE DE BATATA DOCE – SEM GLÚTEN/LACTOSE

4 xícaras de batata doce cozida e espremida

1/2 xícara de farinha de coco

1/2 xícara de óleo de coco

1/2 xícara de cacau em pó 100%

1 ovo ( vegano, utilize o gel de linhaça – misture uma colher de sopa de sementes de linhaça com três colheres de sopa de água, depois deixe a mistura repousar durante aproximadamente 30 minutos.

1/4 de xícara de mel (ou melado)

1 colher de sopa de extrato de baunilha

uma pitada de sal

1/2 xícara de nozes pecan

1 colher de chá de bicarbonato de sódio

Preparo: no processador, junte essa medida de batata doce com a farinha de coco, o óleo de coco, o cacau em pó, o ovo vegano, o mel, o extrato de baunilha e a pitada de sal. processe até obter uma mistura homogênea. Acrescente o bicarbonato de sódio, processe novamente e então adicione as nozes picadas. Processe até que tudo se misture e, em seguida, despeje a massa em uma forma de 30 x 10 cm forrada com papel manteiga. Asse em forno preaquecido a 170˚c por aproximadamente 20 minutos. Decorei com amêndoas em lascas e gergelim.

Receitas de Natal

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Natal chegando e é bom começar a selecionar as receitas para a ceia. Quem está de dieta já começa a ficar preocupado, mas podemos ter um belo jantar saboroso e nutritivo escolhendo as receitas certas.

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SALPICÃO FUNCIONAL

200g de peito de frango sem pele e sem osso, cozido e desfiado.

2 cenouras orgânicas cruas raladas

50g de azeitonas picadas

2 talos de salsão orgânico picados em cubos

1 maçã picadas em cubinhos com a casca, preferencialmente orgânica

100g de damasco seco

1 copo de iogurte natural

50g de suco de limão

2 colheres de azeite de oliva extra-virgem

Sal do himalaia

Pimenta verde

2 colheres de sopa de mostarda, preferencialmente dijon

50g de nozes trituradas

Salsinha picadinha

Preparo:1. Misturar o iogurte com o limão, o azeite, o sal, a pimenta e a mostarda. Reservar.2. Enquanto isso misturar o frango cozido e desfiado, as cenouras, o salsão, as azeitonas, a maçã picadinha e o damasco seco picado.3. Acrescentar o molho e salpicar as nozes na preparação.4. Servir (se preferir servir gelado, é só deixar por alguns minutos na geladeira)

Dica: Pode acrescentar quinua em grãos já cozida antes, sementes de linhaça ou gergelim.

Fonte: https://goo.gl/KVfX6k

Cúrcuma: tempero da vida, um verdadeiro elixir!

Tantos temperos e ervas, quais devo comprar? Eu digo, a primeira da lista deveria ser a CÚRCUMA. Eu aprendi a amar o sabor e seus benefícios. A cúrcuma longa, ou açafrão-da-terra, é uma especiaria inconfundível e altamente cultivada em áreas tropicais da Ásia e da América Central e seu rizoma é extensamente usado em forma de pó.

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Temos um número crescente de estudos mostrando as diversas aplicações da cúrcuma para a saúde. O composto ativo da cúrcuma chamado de curcumina tem várias indicações, como anti-inflamatório, antioxidante, antimicrobiano, anti-Alzheimer, antitumoral, antidiabético, imunoestimulante e antirreumático.

O uso da cúrcuma começou nos tempos antigos e, nas últimas duas décadas, os dados científicos provaram que a curcumina é de fato uma potencial molécula terapêutica.

DIABETES: Doença que aumenta muito substâncias pró-inflamatórias e o estresse oxidativo. Devido à sua propriedade anti-inflamatória e antioxidante, a curcumina é uma opção terapêutica promissora para a diabetes.

ALZHEIMER: Os benefícios terapêuticos da curcumina contra a doença ocorre por meio da regulação de fatores, substâncias e de enzimas associadas com a atividade de NF-kB – complexo proteico envolvido na resposta celular a estímulos como o estresse, radicais livres, radiação ultravioleta, oxidação de LDL, vírus e bactérias. Pesquisas mostram que a curcumina limpa as placas beta-amiloides associadas ao Alzheimer.

CÂNCER: A curcumina tem potencial na supressão da inflamação e na inibição do crescimento de células neoplásicas. Muitos estudos in vitro têm demonstrado que a curcumina pode ser utilizada como um agente terapêutico.

Em estudo, publicado neste ano pela revista científica “Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine”, fala-se do papel da curcumina na inibição de proliferação e na indução de morte de células cancerosas.

DOENÇAS INFLAMATÓRIAS: Devido à inibição de uma série de fatores inflamatórios em nosso corpo, a curcumina se mostra como eficiente alternativa para a melhora de acne, artrite e doença inflamatória intestinal.

Nos casos de artrite, em estudo, publicado pela Inflammopharmacology (2013), pessoas que consumiram a cúrcuma obtiveram melhoras maiores do que aqueles que utilizaram glucosamina, um suplemento comum para dor nas articulações.

Na doença inflamatória intestinal, com o uso de cúrcuma, temos melhora do quadro inflamatório e melhora das lesões que acometem o intestino.

Lembre-se de que estamos falando de estudos realizados em diferentes populações e com variado número de pessoas. Você não deve abandonar nenhum tratamento prescrito por seu profissional de saúde, mas pode e deve potencializar sua saúde com o uso de uma especiaria tão especial quanto essa.

Como eu uso? Comecei a usar em quase tudo, ovo mexido, crepioca, arroz, sopas, frango, pão de queijo…Mas o que realmente potencializa seus benefícios é consumir cru, então tempero minhas saladas com ela.

Fonte: https://goo.gl/W8yYzh

Tratamento da candidíase

Tomar uma medicação para fungo ajuda, mas a questão é que se não tiver um intestino saudável ocorrerá a cândida recorrente. 

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Os principais fatores causadores desta micose incluem o uso abusivo de antibióticos, gravidez, diabetes, infecções, deficiência imunológica, medicamentos como anticoncepcionais e corticoides, uso de desodorantes íntimos ou de roupas íntimas inadequadas, desequilíbrios intestinais e consumo excessivo de açúcares.

O açúcar é o principal combustível da Candida albicans, por isso recomenda-se a retirada de doces, sucos de frutas muito doces e mel afim de sanar o problema e prevenir a recorrência da infecção. Outros fatores dietéticos que promovem o crescimento da candida incluem o alto consumo de laticínios, de alimentos fermentados ou com fungos e de alimentos alergênicos. 

SINAIS E SINTOMAS

A cândida e outros fungos produzem toxinas, que no organismo humano podem atingir a corrente sanguínea e produzir uma vasta gama de sintomas que se manifestam principalmente em 5 áreas do nosso corpo:

 a) Sistema digestivo – provocando gases, distensão abdominal, diarreia alternada com constipação e múltiplas alergias alimentares; 

b) Sistema nervoso – fadiga anormal, dificuldade em se concentrar, confusão mental, irritabilidade e confusão mental, perda de memória, insônia, depressão, tontura, alterações de humor, dores de cabeça, náuseas, sensação de queimação, dormência, entre outros;

c) Pele – psoríase, eczema, sudorese excessiva, micose, caspa, acne e infecções nas unhas;

d) Trato gênito-urinário – nas mulheres, principalmente tensão pré- menstrual, infecções vaginais recorrentes, e perda da libido. Nos homens inclui prostatite recorrente e impotência;

e) Sistema endócrino – hipo ou hipertireoidismo, principalmente os de origem auto-imune;

 * Não consumir

– Açúcar de nenhum tipo, doces, malte, frutas secas, uva;

– Bebida alcoólica fermentada (vinho, cerveja), café e chá de erva seca, suco de uva;

– Cogumelos, azeitonas, mostarda, molhos industrializados, shoyu, missô, vinagre e conservas, amendoim e todos os tipos de castanhas;

– Embutidos (presunto, blanquet, salame), carnes defumadas;

– Leite, queijos envelhecidos;

– Fermento (pães, bolos, pizza);

– Evitar carboidratos refinados;

– Pasta de amendoim ou seu óleo, uma vez que frequentemente estão contaminados com aflatoxinas e fungos considerados imunossupressores.

Muitos alimentos, mesmo que considerados saudáveis, podem estar grandemente colonizados por fungos e suas toxinas. Estes incluem milho, amendoim, castanha de caju, e coco ralado. Fungos também podem ser encontrados na cevada, centeio, trigo, arroz e em praticamente todos os grãos de cereais. Uma dieta rica em cereais e oleaginosas contaminadas, portanto aumentam a colonização de fungos no trato digestivo. Animais que se alimentam destes grãos contaminados também tem um crescimento de fungos aumentado e nós, portanto podemos ingeri-los de maneira indireta através do consumo de sua carne. Além disso, esses animais podem ter sido alimentados com antibióticos, o que de alguma forma pode influenciar no desequilíbrio da nossa ecologia intestinal. 

– A exposição a toxinas ambientais (pesticidas, herbicidas, petroquímicos e metais pesados) também aumenta a sua prevalência. Alguns estudos apontam para uma relação da cândida com uma sensibilidade aumentada ao mercúrio derivado dos amálgamas dentários e com uma prevalência aumentada de alergias alimentares.

Procure um Ginecologista associado ao Nutricionista para ter um melhor tratamento!

Nutrição Funcional pode ajudar no tratamento da PSORÍASE!

No ultimo dia (29) de outubro celebrou-se o Dia Mundial da Psoríase, doença auto-imune sistêmica, que atinge 125 milhões de pessoas no mundo. A doença faz com que a pele fique seca, com manchas avermelhadas e escamando, além de sangrar, em alguns casos.

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Quanta diferença entre a Medicina Ocidental para Medicina Funcional e Oriental. Você que tem PSORÍASE? seu médico já solicitou exame de Vitamina D? PTN C reativa? De metais pesados? exame genético? Já perguntou se seu intestino funciona bem? O que adianta tratar uma doença imunológica sem corrigir uma possível disbiose? Um paciente com uso de corticoide que não evacua e não tem modulação nutricional, não tem como ter um bom resultado. Temos que lembrar que nossas células são formadas de nutrientes e que o sistema imunológico em desordem pode haver alimentos causando tal sensibilidade.

A psoríase é uma doença não contagiosa que envolve muitos genes, por isso conhecida como multigênica. De caráter inflamatório crônica, se expressa na pele, e pode se manifestar de diferentes formas clínicas e diferentes graus de intensidades, em diferentes faixas etárias, cujas causas ainda não estão completamente esclarecidas, muito embora se saiba estar relacionadas à transmissão genética e que necessita de fatores desencadeantes para o seu surgimento ou a sua piora.

O que pode ativar os gens? Fumo, o uso do álcool, a alimentação industrializada e alergênica, as drogas, o estresse, a exposição excessiva ao sol, dormir tarde, algumas doenças como o diabetes não controlada, surtos infecciosos, e uso de alguns medicamentos são fontes que contribuem para desencadeá-lo o processo inflamatório, principalmente no inverno.

Outro fator importante relacionado à psoríase é a presença de estresse oxidativo e formação elevada de radicais livres. Independente das atividades da doença, pacientes com psoríase tendem a apresentar um perfil lipídico sanguíneo desfavorável, com aumento dos níveis de colesterol e triglicerídeos, e menores níveis de betacaroteno, vitamina A, E e D no sangue, indicando a associação da

doença com estresse oxidativo e risco cardiovascular, condições que aumentam a inflamação sistêmica.

Como deve ser a conduta dietoterápica?

* Dieta rica em nutrientes antioxidantes e antiinflamatórios é fundamental;

* Uma dieta vegetariana pode favorecer os pacientes com psoríase, devido à ingestão diminuída de ácido araquidônico (um ácido graxo poliinsaturado ômega-6), com consequente redução na formação de seus mediadores inflamatórios;

*Suplementação de  ômega-3;

*Alguns pacientes que apresentam anticorpos antigliadina IgA/IgG, com sensibilidade ao glúten, melhoram após a retirada desta proteína da alimentação.

*A ingestão de alimentos ricos em beta-caroteno (como cenoura, manga e abóbora), alfa-tocoferol (como nozes, sementes e óleos vegetais) e selênio (como a castanha do Pará, frutos do mar,aves,carnes vermelhas,grãos) deve ser incentivada, visto que tais nutrientes encontram-se diminuídos nestes pacientes.

*O consumo de fibras vai ajudar no controle dos lipídios sanguíneos. O consumo de frutas, vegetais e produtos integrais, além de oferecer fibras, fornecem compostos bioativos e vitaminas com propriedades antioxidantes, importante para o controle do estresse oxidativo, e outras funções mais específicas.

*A vitamina A desempenha papel no controle da proliferação e diferenciação celular e do processo de queratinização.

*A vitamina E protege os lipídios sanguíneos de sofrerem oxidação e consequentemente ativarem o sistema imune e inflamação sistêmica.

*A suplementação oral de vitamina D e de ácido fólico também pode ser opção terapêutica aos pacientes com psoríase. A vitamina D possui propriedades imunorregulatórias e antiproliferativas; e o ácido fólico reduz os efeitos tóxicos dos medicamentos utilizados no tratamento e, ainda, diminui os níveis de homocisteína (um aminoácido sintetizado pelo organismo que, se não for corretamente metabolizado, contribui para o desenvolvimento de aterosclerose), que muitas vezes encontra-se elevado nestes pacientes.

Como a Nutrição Funcional pode ajudar?

Somos formados por trilhões de células que formam os tecidos que, por sua vez, formam os órgãos, que, finalmente, compõem os aparelhos e sistemas do organismo humano. Cada célula do nosso corpo é uma unidade viva que depende, para o seu funcionamento pleno, de determinados nutrientes, em doses que variam de pessoa para pessoa, dependendo de suas características genéticas.

A Nutrição Funcional é uma maneira dinâmica de abordar, prevenir e tratar desordens crônicas complexas através da detecção e correção dos desequilíbrios que geram as doenças. Estes desequilíbrios ocorrem devido à inadequação da qualidade da nossa alimentação, do ar que respiramos, da água que bebemos, dos exercícios (a mais ou a menos) e alterações emocionais que passamos. Sendo assim, um planejamento alimentar individualizado pode trazer benefícios.

Síndrome Fúngica, você pode ter e não sabe

Tão comum atender pacientes que relatam tratar micoses, fungos em unhas que são recorrentes. Pessoas totalmente dependente de açúcar! Corrimento vaginal e uma cândida que parece nunca ter fim. Infelizmente nossa medicina não avalia o paciente como um TODO e trata apenas de forma paliativa.

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A Disbiose é um dos principais fatores de causa e consequência de todo processo, pois desencadeia um processo de má digestão e absorção, produzindo matérias primas para a fermentação de fungos, facilitando seu crescimento dentro do organismo.

Portanto a ação do fungo no organismo é mais um exemplo das consequências onde a Nutrição pode ser o problema ou a solução para o equilíbrio de nossa saúde.

Dietas restritivas, uma alimentação pobre em nutrientes, com alto consumo de açúcar e carboidratos refinados e baixo em frutas, verduras e legumes são alguns dos fatores alimentares que predispõe ao desenvolvimento fúngico.

Alguns sintomas que são comumente encontrados em pessoas com Síndrome Fúngica:

– Aumento da ansiedade e irritabilidade

– Aumento na tendência a vícios para álcool, açúcar e cigarros

– Cândida recorrente

– Dor de cabeça

– Depressão, nervosismo

– Diminuição da concentração e da memória

– Diminuição da libido

– Letargia e Apatia, fadiga crônica

– Reações de pânico, alterações de humor

– Vontade exagerada de comer doces e massas

– Queda de cabelo

-Colite

-Flatulências (gases), distensão abdominal, irregularidade intestinal

-Alergias, micoses, aftas ,língua branca, assaduras, rosáceas, enxaquecas, etc… 

QUAL É O HORÁRIO QUE BATE  A COMPULSÃO POR DOCES?

Sua vontade de comer doce é logo após as refeições? pode estar indicando uma possível resistência à insulina. Se essa vontade acontece ao final da tarde é queda de serotonina (neurotransmissor que nos dá sensação de prazer), se a vontade acontece o dia todo provavelmente poderá ser uma síndrome fúngica.

COMO DEVE SER A ALIMENTAÇÃO?

Para este tratamento precisamos retirar por pelo menos 30 dias o alimento que nutri os FUNGOS que são: açúcar (principal vilão), carboidratos refinados, refrigerantes, cafeína, leite e alimentos contaminados por fungos tais como: castanhas, cogumelos, frutas secas, amendoim.

O consumo regular de alimentos com alto poder alergênico (neste caso deve se avaliar quais os alimentos para cada pessoa podem estar envolvidos ), ou seja alimentos que possuem proteínas de difícil digestão, também promovem disbiose, pois são matérias primas para a fermentação de bactérias patogências, favorecendo o crescimento fúngico. Os fungos presentes naturalmente em nosso organismo não representam problema para a nossa saúde.

O QUE PODE CAUSAR O AUMENTO DE FUNGOS?

Uso de antibióticos, antiácidos, laxantes, má alimentação, stress, hipocloridria e outros.

O Nutricionista pode ajudar a detectar a presença da Síndrome Fúngica e orientar o melhor tratamento para cada caso.

Por Mônica Metzgerlang

Deficiência de B12 e seus malefícios

b12-ilustraCada dia mais comum esta deficiência na população, por diversos fatores. Dados do Estudo Derivado de Framingham pela Universidade Tufts sugerem que 40% das pessoas entre 26 e 83 anos têm os níveis de B12 sérico abaixo no normal – uma faixa na qual muitos apresentam sintomas neurológicos. 9% tinham deficiência gritante e 16% exibiram “quase deficiência”. O mais surpreendente para os pesquisadores foi o fato de que níveis baixos de B12 foram tão comuns em jovens quanto em idosos.

Dito isso, estimou-se que a deficiência de B12 afete cerca de 40% das pessoas acima de 60 anos de idade. É perfeitamente possível que ao menos alguns dos sintomas que atribuímos ao envelhecimento “normal” – tais como perda de memória, declínio cognitivo, mobilidade reduzida, etc – sejam ao menos em parte causados pela deficiência de B12. 

Por que a deficiência de B12 é tão sub-diagnosticada ?

A deficiência de B12 frequentemente é despercebida por duas razões. Primeiro não é uma vitamina rotineiramente testada pela maioria dos médicos. Segundo, o limite inferior da referência laboratorial é baixo demais. É por isso que a maioria dos estudos subestima os verdadeiros níveis de deficiência. Muitas pessoas deficientes em B12 em exames apresentam os chamados níveis “normais” de B12.

E ainda assim está estabelecido na literatura que as pessoas com níveis de B12 entre 200 e 350pg/mL – considerados “normais” nos EUA – têm sintomas claros de deficiência de B12. Especialistas no diagnóstico e tratamento da deficiência de B12 como Sally Pacholok e Jeffery Stewart, sugerem tratar todos os pacientes que são sintomáticos e têm níveis de B12 inferiores a 450pg/mL. Eles também recomendam tratar os pacientes que têm níveis normais de B12 mas ácido metilmalônico (AMM), homocisteína e/ou holotranscobalamina (outros marcadores de deficiência de B12) elevados na urina.

No Japão e Europa o limite inferior para B12 está entre 500 e 550pg/mL – o nível associado com manifestações psicológicas e comportamentais tais como declínio cognitivo, demência e perda de memória. Alguns especialistas já especularam que a aceitação de níveis mais altos como normais no Japão e o desejo de tratar níveis considerados “normais” nos EUA explicam as baixas taxas de Alzheimer e demência naquele país.

O que é vitamina B12 e por que você precisa dela ?

Vitamina B12 funciona junto com o B9 na síntese do DNA e das células vermelhas do sangue. Também está envolvida na produção da bainha de mielina ao redor dos nervos, e na condução dos impulsos nervosos. Você pode pensar no cérebro e no sistema nervoso como um grande emaranhado de fios. A mielina é o isolamento que protege esses fios e os ajuda a conduzir as mensagens.

Deficiência severa de B12 em condições como anemia perniciosa (uma condição autoimune na qual o corpo destrói o fator intrínseco, uma proteína necessária para a absorção de B12). Mas anemia é o estágio final da deficiência de B12. Muito antes dela estabelecer-se, a deficiência de B12 causa diversos outros problemas incluindo fadiga, letargia, fraqueza, perda de memória e problemas neurológicos e psiquiátricos.

A deficiência de B12 ocorre em quatro estágios, começando com o declínio de níveis sanguíneos da vitamina (estágio I), progredindo para baixa concentração celular da vitamina (estágio II), níveis aumentados de homocisteína e redução da taxa de síntese de DNA (estágio III) e finalmente anemia macrocítica (estágio IV).

Por que a deficiência de B12 é tão comum ?

  • Disbiose intestinal
  • Intestino permeável e/ou inflamação
  • Gastrite atrófica ou hipocloridria (pouco ácido estomacal)
  • Anemia perniciosa (condição autoimune)
  • Medicamentos (especialmente inibidores da bomba de prótons (PPIs) e outros supressores de acidez)
  • Álcool
  • Exposição ao óxido nitroso (durante cirurgia)

Isso explica o motivo da deficiência de B12 poder ocorrer mesmo em pessoas que comem alimentos de origem animal que contêm grandes quantidades de B12. Na prática, muitos dos meus pacientes deficientes em B12 seguem uma dieta paleo na qual comem carne 2-3 vezes ao dia. 

SINAIS E SINTOMAS DE DEFICIÊNCIA DE VITAMINA B12.

  • Alzheimer, demência, declínio cognitivo e perda de memória (referimo-nos a elas coletivamente como “envelhecimento”)
  • Esclerose múltipla e outros distúrbios neurológicos
  • Transtornos mentais (depressão, ansiedade, transtorno bipolar, psicose)
  • Doença cardiovascular
  • Transtornos de aprendizagem ou desenvolvimento em crianças
  • Distúrbios do espectro autista
  • Doenças e desregulações autoimunes
  • Câncer
  • Infertilidade masculina e feminina

Procure um Nutricionista, ele será o profissional mais habilitado a lhe ajudar a normalizar exames de vitaminas e minerais. 

Fonte: https://goo.gl/mSoxht

Vitamina D, você sabe como está a sua?

Ela é essencial a vida. Muito estuda, mas ainda pouco suplementada. A vitamina D é muito importante para o nosso corpo.Ela fortalece os dentes e os ossos, pois promove uma maior absorção de cálcio no sangue.Também reduz o risco de certos tipos de câncer, como o de próstata, de mama e de cólon. E ajuda a regenerar e a estimular o nosso sistema imunológico.

Devido ao fato de a vitamina D influenciar a produção de hormônios no corpo, também pode melhorar determinadas condições de pele, como psoríase, vitiligo e esclerodermia, além de controlar o humor.

Recentemente, algumas pesquisas estão considerando a vitamina D muito importante para a prevenção de esclerose múltipla, doenças cardiovasculares, infecções bacterianas e ataques virais.

 

SINAIS E SINTOMAS DA SUA DEFICIÊNCIA:

  1. Fragilidade dos músculos e ossos: Se começar a sentir menos força, fraqueza nos dentes e ossos, você pode estar com déficit de vitamina D.
  1. Angústia constante e depressão: Estudos têm mostrado que as mulheres com baixos níveis de vitamina D tendem a ficar deprimidas ou a enfrentar estados de profunda tristeza.
  1. Sensibilidade corporal crônica: As pessoas que sofrem de dor crônica sem causa aparente podem estar com carência de vitamina D.
  1. Queda da saúde bucal: A ocorrência frequente de gengivite, sangramento, acúmulo de placa e enfraquecimentos dos dentes pode indicar níveis baixos de vitamina D.
  1. Aumento da pressão arterial: A vitamina ajuda a saúde do coração, estimulando a circulação sanguínea. Quando há uma deficiência dela, a pressão arterial tende a aumentar.
  1. Sonolência: Quando não tem níveis adequados de vitamina D, o corpo pode ter pouca energia, apresentando fadiga e sonolência.
  1. Mudança de humor repentina: A vitamina D influencia na produção de serotonina. A serotonina é um neurotransmissor encarregado de manter equilibrado nosso estado de ânimo.
  1. Diminuição da resistência em atletas. Todas as alterações aqui citadas têm um impacto muito forte na vida dos atletas, que sentem uma perda intensa de sua disposição. Isso ocorre porque a carência de vitamina D não só reduz os níveis de energia, mas também enfraquece os músculos.
  1. Obesidade. Se você está com excesso de peso, você precisa de mais vitamina D. Ocorre que esta vitamina é solúvel em gordura. Ou seja, as células de gordura armazenam vitamina D. Logo, quem está com quilos extras precisa de um reforço deste nutriente.
  1. Doenças intestinais. Pesquisas mostraram que as pessoas que têm distúrbios intestinais, como doença de Crohn, colite, alergia ao glúten ou intestino irritável, têm níveis mais baixos de vitamina D.
  1. Sudorese na cabeça. Um dos sintomas mais comuns de deficiência de vitamina D é a transpiração excessiva na cabeça.
  1. Intensificação das alergias. Pessoas alérgicas têm o quadro agravado quando estão carentes de vitamina D.

 

Fonte: http://www.curapelanatureza.com.br/post/07/2015/conheca-12-sinais-de-deficiencia-de-vitamina-d