home
  • facebook
  • twitter
  • youtube
  • rss
    • Home
    • Editorias
      • Agenda
      • Agricultura
      • Brasil
      • Carnaval 2012
      • Cinema
      • Cotidiano
      • Diversão
      • Economia
      • Educação
      • Esportes
      • Opinião
      • Polícia
      • Política
      • Tempo
      • Variedades
      • Vida & Saúde
    • Entrevistas
    • Cidades
      • Casa Nova
      • Cabrobó
      • Curaçá
      • Lagoa Grande
      • Remanso
      • Salgueiro
      • Santa Maria da Boa Vista
    • Colunas
      • Cássio Lucena
      • Dilma Rousseff
      • G+ Social
      • Gazzetando
      • Gileno Dias
      • Inah Torres
      • Luisa Padilha
      • Magno Martins
      • Norma Aquino
    • Eleições 2012
    • IR 2012
     
     
    Sr Homem
     

    foto do dia

    VANDALISMO – A prática já está se tornando comum em Petrolina. Não dificilmente é possível encontrar vários muros pichados. É preciso estar de olho para se tomar as devidas providências.

    Gazzeta na Sexta
     
     

    charges

    Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
     
    Classi Gazzeta
     

    Opinião

    Um ato de vontade

    Publicado em 15 de Abril de 2010

    Edição: 1768 – 15/04/2010

    A história do povo de Deus é uma história de amor e perdão. Deus em Sua infinita misericórdia enviou Seu Filho único para nos salvar. Jesus foi condenado e por amor a nós sujeitou- se a ser preso, flagelado e a carregar a cruz em que seria crucificado, mas não se revoltou, simplesmente perdoou. No alto da cruz, Jesus não escolheu a quem perdoar. Ele perdoou o bom ladrão, a todos os que zombavam dele na cruz e até mesmo os que o crucificaram: “Pai perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23,34).

    Não temos o direito de escolher as pessoas a quem queremos perdoar porque Jesus não fez acepção de pessoas. Não podemos dizer a este eu perdôo, mas àquele não. Isso eu perdôo, mas aquilo não. Dessa vez eu perdôo, mas é a última… Temos a tendência de excluir as pessoas por suas fraquezas e falhas. Não reconhecemos que também nós estamos sujeitos a cometer os mesmos erros ou até piores.

    Quando estamos sofrendo, mostramos quem realmente somos. Então, colocamos para fora nossa aspereza, nosso azedume, nossa má vontade. Somos rudes e até cruéis. Reivindicamos nossos direitos e apelamos querendo pagar o mal com o mal. O mundo nos ensina a ser justiceiros e vingativos. Deus é misericordioso e justo, nos convida a viver amando e perdoando.

    Não conseguimos liberar o perdão porque fomos machucados ao longo da vida, estamos cheios de mágoas, ressentimentos. Somente a misericórdia de Deus pode nos abrir para o perdão. Estranhamos o fato de que Deus mande perdoar. Mas veja bem: Ele pode mandar, porque perdoar não é um mero sentimento: amar e perdoar são uma decisão. Por isso pode ser objeto de mandamento.

    Infelizmente, se Deus não nos mandasse perdoar, não perdoaríamos. Nosso egoísmo é grande. Nosso orgulho é maior. Somos duros de coração. Exigimos justiça, queremos reparação, por isso precisamos perdoar a dívida de todo o coração. O perdão é gratuito. Nós, porém acabamos cobrando para perdoar. Quando uma pessoa nos pede perdão, queremos que ela se dobre, se humilhe diante de nós pedindo perdão, para concedermos o perdão. Só que isso não é perdão, é humilhação! É exigir retratação. A pessoa errou conosco, ela é devedora… mas nós perdoamos de graça: sem exigir nada em troca.

    O perdão é um dom de Deus. É Ele que nos dá a graça de perdoar. Precisamos assumir esse dom que o Senhor nos concede, decidindo-nos a perdoar. Senhor, concede-me a graça de um coração e um espírito novos. Decido a amar e perdoar, pois quero descomplicar minha vida. Dê-me esta graça, Senhor!

    Monsenhor Jonas Abib, fundador da Comunidade Canção Nova e Presidente da Fundação João Paulo II. É autor de 48 livros, milhares de palestras em áudio e vídeo, viajando o Brasil e o mundo em encontros de evangelização.

    Comente     
    Tweet
      

    Os dois lados da redução da jornada de trabalho

    Publicado em 15 de Abril de 2010

    Edição: 1768 – 15/04/2010

    O ano era 1930. A jornada de trabalho ganhava novos contextos numa sociedade em que a modernização dos parques industriais possibilitou a fixação da mesma em 48 horas semanais. Mesmo avaliadas com desconfiança por grande parcela do empresariado e relativizadas pela esquerda, as conquistas sociais estabelecidas pela Consolidação das Leis Trabalhistas tais como o salário mínimo, férias remuneradas, só foram conseguidas após a revolução de 1930.

    Em 1988, a promulgação da Constituição Federal reduzira a jornada de trabalho para 44 horas semanais. Um avanço para a história do Brasil e fruto de grandes lutas sindicais e manifestações populares no decorrer destes 58 anos, quando a democracia brasileira se fixava em pilares sólidos de proteção as relações de trabalho, em especial à dignidade humana.

    No ano de 1995 novamente foi acirrado o debate na discussão acerca da redução da jornada de trabalho com o Projeto de Emenda a Constituição nº 231, de autoria do então deputado Inácio Arruda, que prevê a fixação da jornada em 40 horas semanais. Não por acaso a fixação da jornada de trabalho sempre fora objeto de grandes batalhas teóricas entre patrões e empregados, haja vista os interesses divergentes existentes nas relações do capital versus trabalho.

    Passados 15 anos denota-se que o debate permanece aberto. Tais quais os motivos que levaram a redução da jornada do trabalho em 1930 e depois em 1988, agora em 2010 o tema se revela mais atual do que em qualquer outra época. Não será demagogia afirmar que o patronato avalia a redução da jornada como forma de redução de emprego. Em contrário senso, os empregados aliam a redução da jornada ao aumento de emprego e principalmente em melhoria na qualidade de vida, pois a redução estaria diretamente atrelada ao ganho de tempo de livre e maior convívio familiar.

    A leitura que se pode fazer deste embate é a verdadeira existência da democracia conquistada pelos trabalhadores, que não se intimidam com a vontade dos mais fortes na obtenção de lucros e mais lucros. São duas visões antagônicas que fitam um único resultado: o consumismo.

    Se por um lado os parques fabris se modernizaram, de outro a cobrança por maiores produtividades aumentaram e com elas surgiram novas doenças ocupacionais a exemplo da depressão, que segundo dados do Ministério da Previdência Social a mesma é responsável pelos afastamentos de 83 mil trabalhadores ao ano, cujo crescimento atingiu a monta de 260% entre os anos 2000 e 2006.

    Percebe-se que a redução da jornada do trabalho vem sendo discutida há décadas em nosso país e, ainda que não consiga agradar a todos, a moderna classe trabalhadora deverá encontrar um limitador capaz de satisfazer suas exigências que certamente beneficiará a sociedade como um todo.

    Marcos Vinícius Poliszezuk, especialista em Direito Empresarial pela Escola Superior de Advocacia da OAB-SP e em Direito do Trabalho pelo Centro de Extensão Universitária. Atua na área de Direito Sindical e Trabalhista em São Paulo e interior

    Comente     
    Tweet
      
    2 de 212

    Mesmo placar

    A presidente da Câmara de Petrolina, Maria Elena de Alencar (PSB), confirmou à coluna que o ex-vereador Moisés Severiano, em nome também de outros pré-candidatos a vereador, conversou com ela durante a Vaquejada de Caiçara. O ex-vereador intercedeu junto à … Continuar a ler →

    Veja mais no Gazzetando

    colunas

  • Dilma Rousself

  • Magno Martins

  • Cássio Lucena

  • Gileno Dias

  • Inah Torres

  • Luisa Padilha

  • Norma Aquino

  • G+ Social

  • Ativa Imobiliaria
     
    Nardine
     
    Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
     
    Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
     

    © 2012 - Todos os direitos reservados.
    Por Joel Morais
    Anuncie   ·  Assine o Gazzeta  ·  Fale conosco